Vereadores e empresários presos pelo Gaeco em Uberlândia são ouvidos; 2 são considerados foragidos

Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) começaram a ouvir, na tarde desta segunda-feira (16), vereadores, funcionários da Câmara e empresários presos durante duas operações realizadas no início da manhã. Mais de 30 mandados de prisão foram cumpridos, sendo contra 20 vereadores e 12 empresários do setor gráfico. Materiais também foram apreendidos em gráficas, na Câmara Municipal e na casa de investigados, além de grande quantidade de dinheiro.

Nesta segunda, seis pessoas foram ouvidas: os parlamentares Flavia Carvalho (PDT), Pâmela Volp (PP), Ricardo Santos (PP), Paulo César PC (SD) e Doca Mastroiano (PL), e a chefe de segurança da Câmara, Adriana Martins Gomes. As oitivas devem continuar nesta terça-feira (17) e a previsão é que o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) faça a denúncia à Justiça até quinta-feira (19).

Conforme o Gaeco, das 37 pessoas presas, 34 vão passar a noite desta segunda-feira no Presídio Jacy de Assis – incluindo o vereador Juliano Modesto (SD) que já estava preso. Três pessoas foram liberadas: a vereadora Flavia Carvalho (PDT), que fez acordo com o MP para renúncia do mandato; a vereadora Jussara (PSB), que contribuiu e entrou documentos à promotoria; e a chefe de segurança da Câmara, Adriana Martins Gomes, que também colaborou.

O vereador Vilmar Resende (PSB) e uma empresária são considerados foragidos, de acordo com o Gaeco.

As Investigações apontam desvio de verbas de gabinete com gráficas e fraudes em contrato de segurança. Vinte vereadores tiveram mandado de prisão cumprido, inclusive presidente da Casa.

G1

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