Polícia do Pará prende funcionários de ONG acusados de incendiar a Amazônia em Setembro

Um homem trabalha em um trecho de queimada da floresta amazônica, como está sendo desmatada por madeireiros e agricultores em Iranduba, Amazonas, Brasil, 20 de agosto de 2019. REUTERS / Bruno Kelly /

Nesta terça-feira (26), o G1, portal de notícias da Globo noticiou que funcionários de uma ONG que atua na região amazônica do Pará estão entre os principais suspeitos de terem causados incêndios numa Área de Proteção Ambiental em Alter do Chão, em setembro deste ano.

No estado, foram cumpridos mandados de prisão contra Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano, Gustavo de Almeida Fernandes e Marcelo Aron Cwerver, todos integrantes da Brigada de Alter do Chão.

Foram queimados o equivalente a 1.600 campos de futebol, levando quatro dias para serem apagados.

Uma investigação de dois meses pela Polícia Civil do Pará apontou indícios que entidade teria recebido R$ 300 mil, por intermédio das ONGs Projeto Saúde e Alegria e o Instituto Aquífero Alter do Chão.

Parte do dinheiro, R$ 70 mil, teria sido recebida para vender à WWF imagens do fogo.

G1

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