Nomes ligados ao MBL são presos por lavagem de dinheiro

Polícia também encontra maconha em prisão de empresários ligados ao MBL

Promotoria investiga movimentação de R$ 400 milhões de empresas ligadas ao MBL.

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (10), dois empresários ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL) por suspeita de envolvimento no desvio de mais de R$ 400 milhões.

Alessander Mônaco Carlos Antonio de Morais Afonso, mais conhecido como Luciano Ayan, foram detidos durante uma operação conjunta entre a Polícia Civil, o Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal.

O Ministério Público Estadual diz que o MBL recebia “doações de forma suspeita” por meio de “cifras ocultas” em uma “confusão jurídica empresarial” com o Movimento Renovação Liberal (MRL).

As buscas da polícia incluíram a sede do MBL. Ao fim das diligências, o material apreendido seguiu para o Ministério Público e os detidos foram encaminhados à sede do DOPE (Departamento de Operações Policiais Estratégicas), na Rua Brigadeiro Tobias, número 527, no bairro da Luz, destaca o UOL.

A operação foi batizada de “Juno Moneta”, em referência a um antigo templo romano onde eram cunhadas as moedas na antiguidade. 

O DOPE enviou 35 policiais e 16 viaturas para cumprir seis mandados de busca e apreensão e as duas prisões na capital paulista e em Bragança Paulista.

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), cofundador do MBL, confirmou a busca e apreensão na sede do grupo, mas negou que os detidos sejam membros.

Agentes da Polícia Civil de São Paulo (PCSP) também encontraram porções de maconha durante cumprimento de mandados de prisão contra supostos integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). A droga, no entanto, não foi apreendida pois, segundo os agentes, seria de “uso pessoal”.

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