Mineradora Jupiter Gold recebe licença para exploração de ouro em Paracatu

A licença permite a mineração comercial de ouro em até 50 mil toneladas por ano durante três anos.

A Jupiter Gold informou na última segunda-feira (5), que recebeu  licença inicial de mineração para o seu projeto de ouro  em Paracatu. O Diário Oficial da União (DOU) publicou, em sua edição de 29 de julho de 2019, a concessão à subsidiária brasileira da Jupiter Gold do “Guia de Utilização” número 111-2019, com relação ao seu número de direito mineral do Projeto Paracatu.

A licença permite a mineração comercial de ouro em até 50 mil toneladas por ano durante três anos. Esse tipo de licenciamento pode ser renovado ou expandido.

O projeto Paracatu é 100% de propriedade da Jupiter Gold. É constituído por um direito mineral de 312,66 hectares (773 acres), localizado no município de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, uma área conhecida pela produção de ouro desde 1722. O projeto está localizado a 6,5 quilômetros da maior mina de ouro do Brasil, a Morro do Ouro, onde são produzidas mais de 500 mil onças de ouro anualmente pela Kinross Gold, a quarta maior mineradora do mundo em produção.

O direito mineral da Jupiter Gold abrange uma planície aluvial ao longo do Córrego do Rico, que drena Morro do Ouro – mina a céu aberto onde há reserva de 16 milhões de onças de ouro, de acordo com relatórios publicamente disponíveis.

A Júpiter Gold informou que havia, inicialmente, planejado uma campanha de perfuração exploratória para o projeto Paracatu com seis furos com espaçamento de 100 metros. Após a perfuração inicial, a visualização imediata de ouro fino em vários buracos resultou na decisão de expandir de uma campanha de perfuração exploratória para uma detalhada. Um total de 23 buracos espaçados de 25 a 30 metros foram perfurados usando uma broca rotativa de percussão Banka de quatro polegadas.

O ouro foi visualizado em 18 dos 23 furos executados. Ouro fino foi observado dentro do cascalho em profundidades, variando de 0,5 metros (aprox. 20 polegadas) a 7,8 metros (aprox. 26 pés). As amostras foram submetidas à unidade de laboratórios da SGS-Geosol em Belo Horizonte (MG), onde a análise geoquímica foi realizada pelos protocolos de absorção atômica do ensaio de incêndio, e 18 dos 23 furos foram confirmados como positivos para o ouro.

Paracatu News

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